Mictório Unissex

40 das fotos mais poderosas já tiradas

Posted in Arte, Design, Fotos, Internet, Listas by Igor on 05/06/2012

A foto abaixo você provavelmente já viu e, se você não é um daqueles conspiracionistas malucos, achou demais o conceito de uma terra nascente. As demais fotos compiladas pelo Bookfaked numa lista de 40 fotos dentre as mais poderosas e conhecidas já tiradas estão no link lá no fim do post!

A moving collection of iconic photographs from the last 100 years that demonstrate the heartbreak of loss, the tremendous power of loyalty, and the triumph of the human spirit. Warning: Some of these will make you weep.

Veja mais 39 fotos aqui.

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Planeta dos Macacos: A Origem

Posted in Arte, Artigo crítico, Cinema by Igor on 18/04/2012

Finalmente assistí o Planeta dos Macacos: A Origem, do ano passado. Admito que fiquei surpreso, pois o pré-julgamento, desde quando assisti a versão de 2001, nunca mais saiu da minha cabeça quando o assunto era Planeta dos Macacos. Sou um fã que exige e condiciona muito de filmes que são baseados em obras originais que gosto.

A franquia de filmes baseados no livro La Planète des singes, de Pierre Boulle, começou lá em 1968, quatro anos depois da primeira edição traduzida do livro chegar à Inglaterra. Foi um sucesso, mesmo tendo apenas tido baseado do livro aspectos políticos e sociais, e não de enredo. O filme conta a história de 4 astronautas que, ao se perderem no tempo, ou melhor: foram para o futuro. Lá os 3 astronautas sobreviventes da viagem (assista ao filme, ué!) chegam à Terra sem saber que é a Terra e descobrem que a sociedade daquele planeta é constituída por macacos. O filme tem o final épico e sempre lembrado do astronauta carinhosamente apelidado pelos macacos de “bright-eyes” encontrando a estátua da liberdade na praia e se dando conta de que o planeta em que está é realmente a Terra.

Em 1970 apareceu por aí o o segundo filme: De Volta ao Planeta dos Macacos, mostrando a continuação da jornada do remanescente astronauta e de mais um grupo que chega para supostamente salvá-lo. Logo veio o terceiro, o quarto, o quinto… e a crítica foi ficando mais rígida, como sempre! Nunca a crítica vai se acostumar com a inserção de elementos ficcionais novos. A crítica sempre vai achar que as novidades excederam o necessário para a história. Se você é um desses, veja só o primeiro (se conseguir).

Agora falando sobre a exaustiva crítica à utilização de animais em laboratório, que está presente desde o primeiro até o último filme (apesar de ser apresentado de uma forma mais rígida)… São os argumentos inversos que mexem com o sentimental do espectador. Ver macacos dominando os humanos é reconfortante depois de mostrado o domínio excessivo dos humanos acerca dos macacos. Foi disso que gostei no novo filme, Planeta dos Macacos: A Origem.

Você é apresentado logo de cara ao sistema de captura e uso de cobaias de chimpanzés em um laboratório de pesquisas de doenças (no caso, a Alzheimer) e sente. O filme faz você sentir. Ele explora os sentimentos, do jeito que um filme bom deve fazer. O inverso é mostrado no final do filme e você se sente aliviado, vingado. O nome do macaco principal é Ceasar, o mesmo nome do macaco revolucionário dos primeiros filmes, e vejam só: o apelido da mãe dele ao chegar ao laboratório é “bright-eyes”! Uma das conotações aos filmes antigos que valem a pena ressaltar. É lógico que existem muitas outras ainda, mas vale a pena perceber por si só. Chega… Veja os filmes!