Mictório Unissex

Os melhores vídeos do YouTube (música)

Posted in Arte, Internet, Listas, Música, Vídeos by Igor on 24/06/2013

YouTubeDesde 2005 a descoberta de músicas na internet ficou muito mais fácil. Antes, as pessoas apenas usavam a internet para baixar ou ir atrás daquelas músicas que elas já conheciam. Hoje a visibilidade é muito maior com a ajuda do YouTube. Você pode ouvir músicas que nunca tinha ouvido antes em lugar nenhum a hora que você quiser, com a ajuda do streaming revolucionário do site. Aqui eu reuni uma lista dos melhores vídeos musicais do YouTube (na minha opinião, claro).

Bobby McFerrin improvisando no Sing!

 

A versão de 11 minutos de You Need Me do Ed Sheeran

 

Três vídeos sarcásticos e extraordinários do Tim Minchin

 

 

 

NADADENADADENADADENADADENADADE

 

Um mashup ao vivo do Madeon

 

O VHS com iPhone

 

Um cover acústico de Daft Punk… Numa igreja

 

Um remix com autotune da entrevista da Sweet Brown

 

E pra terminar em grande estilo…

Um cover tenor, ventage e irlandês de Get Lucky

 

See ya in another post, brothers.

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Resumo da minha vida em Junho

Eu pensei em fazer mais um vídeo fazendo um resumo dos meus favoritos de Junho mas a minha câmera tá sem pilha, as pilhas que eu compro não funcionam direito e eu já cansei de tentar fazer essa merda desfocativa funcionar. Então eu vou fazer em texto mesmo, desculpa os que não sabem ler, mas né, vamos lá.

A Guerra dos Tronos

Eu comprei finalmente esse livro que tanto se fala sobre. Demorei mesmo. Eu tava esperando ler pra assistir o seriado, mas já até tinha desistido. Recebi um dinheiro do tráfico de um trabalho que eu fiz e aí pude comprar esse tijolo de 50 reais. Tenho críticas grande sobre a edição, mas primeiro vamos falar da narrativa.

Fiquei muito confuso quando comecei a ler. Primeiro porque os capítulos têm nome de personagens. E segundo que os nomes são todos muito difíceis e parecidos, o que me faz não saber direito se eu conheço o personagem que me apresentam ou se é outro com o nome parecido. Acho que um pouco disso aconteceu porque eu estava tentando ligar o nome ao ator que interpreta o personagem no seriado, cujo vi o primeiro episódio. Mas já estou pegando, tomara que não apareçam mais personagens.

A edição que eu comprei imagino ser a única versão lançada em português. Ela tem orelha, é muito bem impressa e as páginas são amarelas. Mas tem um problema: pelo livro ser muito grande, a editora provavelmente tenha querido cortar gastos e acabou fazendo as letras ficarem extremamente pequenas numa página quase sem margem. Isso faz a leitura ficar cansativa e os capítulos parecerem pequenos. Mas enfim, eu uso o óculos e tudo fica bem. Mas por favor, se alguém de editora estiver lendo isso, não poupem gastos! Façam edições lindas. Isso fará vocês ganharem mais dinheiro ainda.

Before Watchmen

Lá em 2009 participei de uma promoção do Jovem Nerd que daria aos vencedores a versão definitiva de Watchmen junto com dois DVDs relacionados às HQs e um jogo de PS3 baseado no filme. Ganhei com muito amor e li. Virei fã incondicional de todos os personagens, da HQ e do filme. Tenho minhas críticas mas não vem ao caso. Agora em 2012 o Darwyn Cooke decidiu lançar pela DC a série Before Watchmen pra contar a história do grupo de heróis que existiram antes dos Watchmen e que inspiraram os Watchmen à ação. Comecei a ler e já percebi que o estilo é muito parecido com o de Watchmen e embora os desenhos deixem explícita a vontade de reproduzir fielmente a série original, o autor dos desenhos novos está saindo um pouco do que é conhecido pelos fãs, principalmente quando desenha personagens mulheres já conhecidas da série original. Mas enfim, né.

Skrillex – Bangarang

Pois é, dubstep me conquistou desde quando ouvi pela primeira vez. Eu sabia que esse estilo de música era o que estava faltando na minha vida. Baixei várias coisas, inclusive o CD do seriado Skins, que tem muito dubstep, e junto o CD do Skrillex, o Bangarang. CD muito bom. Pra quem gosta de dubstep e Skrillex é, com certeza, o melhor dele.

Linkin Park – LIVING THINGS

O Linkin Park finalmente lançou o álbum novo. Living Things saiu primeiro no iTunes e depois dia 16 de Junho teve o lançamento oficial. O álbum nem chega aos pés de A Thousand Suns, mas é bom. Melhor que o Minutes to Midnight. Nem vou falar muito aqui sobre isso porque já falei bastante de Linkin Park há pouquíssimo tempo aqui.

Tim Minchin & The Heritage Orchestra Live At The Royal Albert Hall

Já falei de Tim Minchin também, né, mas nunca é demais. O cara passou a vida de shows dele inteira fazendo performances só com seu pianinho e agora tem a Heritage Orchestra junto dele com arranjos maravilhosos para as músicas do show. Vale a pena dar uma olhada nesse sho absolutamente fantástico e totalmente diferente dos outros shows conhecidos dele. Vai aí navegar pelos mares piratas da internet que você acha o DVD para download.

E é isso, galera. Espero que vocês possam apreciar minhas dicas de leitura, música e todo o resto e até mês que vem, possivelmente com outro vídeo falando sobre as minhas conquistas intelectuais e amorosas do mês. Adiós.

Obrigado Deus!

Posted in Arte, Ateísmo, Ciência, Crônicas, Humor, Música, Religião by Igor on 20/06/2012

Devo-te desculpas. Temo ter cometido um grande erro. Me distanciei de você, Senhor. Estava cego demais para enchergar a luz. Estava fraco demais para sentir Seu poder. Fechei meus olhos, não conseguia ver a verdade, Senhor.

Mas aí, como Saulo na estrada de Damasco, me mandaste um mensageiro, então eu tive a verdade revelada a mim. Por favor, perdoa-me pelas coisas que disse. Nunca mais te trairei, Senhor. Rezarei, ao contrário, e direi “Obrigado, obrigado Deus. Obrigado, obrigado, obrigado Deus!”

Obrigado Deus por curar a catarata. Não tinha idéia, mas está tão claro agora. Me sinto tão sínico. Como posso ter sido tão idiota?

Obrigado por me mostrar como a oração funciona: uma oração especial, numa igreja especial. Obrigado pela chance de conhecer este oftalmologista onipotente. Obrigado Deus por curar a catarata. Não tinha percebido que era tão simples, mas você me mostrou um exemplo de como pode ser feito.

Você tem que rezar num lugar específico, para versão específica de um deus específico, e você sarará. Ele curará a catarata de uma puta de classe média.

Eu sei que no passado minha perspectiva era limitada. Não conseguia ver exemplos de onde a vida era definitiva. Mas devo admitir quando a evidência é clara. Tão clara quanto as novas córneas. É extremamente claro! Extremamente claro!

Obrigado Deus por sarar a catarata. Devo admitir que no passado fui cético, mas com esse mistério descrito, estou dominado!

Obrigado por me mostrar como meu ponto de vista estava inundado. Achei que Deus não existia, mas vejo que isso é cínico. O problema é que os interesses dele não são exatamente… amplos. Ele não se importa com as massas passando fome, ou a desigualdade entre as várias classes. Ele dá passes restritos, que podem ser trocados por cirurgia ou óculos.

Agora entendo como a oração funciona: uma oração específica, numa igreja específica, num estilo específico, com coisas específicas, para problemas específicos, que não são específicos de certa maneira, e para pessoas específicas, de preferência brancas, para sentidos específicos, de preferência a visão. Uma oração específica, em um lugar específico, para uma versão específica de um deus específico.

E se você interpretar corretamente, ele pode dar um tempo na distribuição de malária para bebês e descer na sua casa e curar a sua catarata.

Amém.

(Adaptação da canção de Tim Minchin, “Thank You God”)

Linkin Park: o novo, o velho e o mais novo ainda

Posted in Arte, Música, Texto, Vídeos by Igor on 16/06/2012

Aposto que você já ouviu alguém falando que o Linkin Park piorou, acertei? Pois é, é quase sempre assim quando uma banda resolve mudar de estilo por questão de evolução no gosto musical dos integrantes e a grande massa que gosta resolve parar de ouvir e dizer que ficaram ruins por causa de mudanças. Eu discordo. Pra mim, Linkin Park melhorou, e tenho a impressão que isso aconteceu por conta da minha mudança de gosto musical também.

Lá pelos mórbidos anos 2000 eu era apaixonado pelo Linkin Park e suas misturas de samples, guitarras distorcidas, etc. Ouvia muito com muitos dos meus amigos. O gosto por Linkin Park era quase unanime nessa minha pré-adolescência. Sempre começava com In The End, Crawling, e essas primeiras músicas incríveis do Hybrid Theory. Depois passou pro Meteora, com Faint, NumbBreaking the Habit. Depois de um tempo, lançaram um CD com remixes de músicas deles com músicas do Jay-Z, o Collision Course. Foi sucesso. Comprei o CD, que acabou me aproximando mais ainda da banda.

Então, lá por 2006, parei de ouvir freqüentemente como ouvia. Foi lançado o Minutes to Midnight e eu não tive vontade alguma de ouvir. Estava completamente satisfeito com os dois primeiros, era como se eu não precisasse de mais. Foram lançados singles que não eram nada pra mim além de músicas de rádio, como What I’ve Done. Mas em 2010 eu abri meus olhos.

Em 2010, fui com amigos pro festival SWU, com a esperança de ver Avenged Sevenfold, Incubus e Pixies muito mais que Linkin Park. Pra mim, Linkin Park era apenas mais um show alí no lineup. Nada mais. Mas aí chegou a hora do show. Eu já estava quase morrendo de frio e cansaço quando aquelas músicas que fizeram parte da minha adolescência começaram a tocar e eu comecei a levar o show a sério. De música em música meu fanatismo foi voltando. Meus amigos envolta cantando as músicas do Minutes to Midnight me fizeram conhecer o álbum. Mas o que mais me impressionou foram as músicas novas. Tinham elementos indianos, também de rock psicodélico, que é, hoje em dia, uma das minhas maiores paixões. Muitas me lembraram Pink Floyd e assim fui me interessando cada vez mais pelo “novo Linkin Park”.

Depois do festival, fui obrigado a ouvir o álbum de 2010, o A Thousand Suns, e me apaixonei. Mandei pros meus amigos que foram pro festival comigo, mas eles não gostaram. Sempre falando que preferiam o estilo antigo. Pois bem, resolvi seguir sozinho com Linkin Park dessa vez…

Agora estamos em 2012 e no dia 26 o novo álbum dessa banda, que é provavelmente a banda da minha vida, vai ser lançado. O Living Things promete seguir o estilo do A Thousand Suns, e estou ansioso. Já lançaram algumas músicas no YouTube e como single, e já tocaram algumas nos shows. Parece ser bom. Não me decepcionará.

O Linkin Park foi uma banda que praticamente me seguiu sem eu saber. Eu gostava do tipo de rock que eles tocavam lá em 2000, e em 2010, 10 anos depois, fui me reencontrar com a banda fazendo músicas que agora me captam. É claro que continuo gostando das músicas antigas. Mas é como alguma coisa mais nostálgica que é os novos estilos. Os novos estilos são novidade. São psicodélicos, são indianos, são meus.

Novo clipe do Foster The People

Posted in Arte, Música, Vídeos by Igor on 21/04/2012

Dia 25 sai mais um vídeo do Foster The People, banda que veio aqui no Lollapalooza e que tem músicas extremamente boas… Ve aí em baixo um teaser do clipe novo pra música Houdini, e em baixo uma versão acústica, que tem um violão digno de ser escutado em loop 300 vezes.

O vídeo vai ser dirigido pelos mesmos tios que dirigiram o clipe de Don’t Stop. Aqui a versão acústica de Houdini:

Os melhores créditos de abertura da história do cinema

Posted in Arte, Cinema, Design, Humor, Internet, Música, Religião, Vídeos by Igor on 14/10/2011

É o grupinho britânico vangloriado e financiado pelo gênio George Harrison que fez, na minha opinião, a melhor sequência de créditos de abertura da história do cinema. Sim, Monty Python conseguiu mais uma vez não ser apenas genial em um aspecto, mas em vários… A música é genial, os gráficos são geniais, as piadas subliminares são geniais, o filme genial! A abertura não vai estragar o filme, que aliás, você DEVE assistir o quanto antes. Life Of Brian rules!

Lindo, lindo! Em HD 720p então, só deus sabe!

Monty Python’s Life Of Brian no Rotten Tomatoes

Meu álbum de edits – Uno

Posted in Arte, Internet, Música, Mictório Unissex by Igor on 24/09/2011

Desde 2008 tenho trabalhado em algumas músicas para fazer do que era bom, melhor. Comecei com remixes engraçadinhos, como colocar batidas de funk na genial Ameno, fazer uma edição funk de Black Eyed Peas e etc. Mas com o tempo fui desenvolvendo skills e agora venho a vocês mostrar o que rolou nesses 3 anos. As tracks do álbum não estão em ordem de criação, mas você pode deduzir que as melhores foram as últimas que eu criei e as piores, as primeiras. Vocês podem baixar o arquivo .rar do álbum no link abaixo, e espero que gostem!

A tracklist:

1. Lady GaGa – Paparazzi (Igor Moretto’s edit)
2. Michael Jackson – Just Beat It (Igor Moretto’s Beat It edit)
3. Survivor – Eye of the Tiger (Igor Moretto’s edit)
4. Black Eyed Peas – I Gotta Feeling (Igor Moretto’s edit)
5. Pearl Jam – Alive (Igor Moretto’s edit)
6. Red Hot Chili Peppers – Dani California (Igor Moretto’s edit)
7. Ke$ha – Tik Tok (Igor Moretto’s edit)
8. The Kooks & Britney Spears – Stormy Weather vs. If You Seek Amy (Igor Moretto’s mashup edit)
9. The Gossip – Standing in the Way of Control (Igor Moretto’s edit)
10. Black Eyed Peas – I Gotta Feeling (Igor Moretto’s funk edit)
11. Andrew Bird – Scythian Empire (Igor Moretto’s techno remix)
12. Michael Jackson – The Smooth Criminal (Igor Moretto’s Smooth Criminal edit)
13. Avenged Sevenfold – Almost Easy (Igor Moretto’s edit)

E é isso! Mas antes de terminar o post, peço que escutem as duas tracks que eu coloquei no Soundcloud que vão estar no próximo álbum: Long Train Running [Igor Moretto’s edit] e Afterlife [Igor Moretto’s edit]. Interessante é que a Almost Easy do Uno jé tem 500 views e 12 favoritaram. Massa! Baixem também um álbinho com algumas edições novas, incluindo uma nova demo da Ameno e um remix da música do Epic Sax Guy aqui. Valeu pelo apoio, pessoal!

Como decorar todos os elementos químicos

Posted in Guia Prático, Internet, Música by Igor on 24/09/2011

Quem tá tentando passar no vestibular provavelmente já sabe que é muito mais fácil decorar os gases nobres, os metais e os não metais numa tabela periódica. Mas como não custa dar mais uma dica pra decorar aquela coisa maluca, venho mostrar-lhes o Elements Song! Clique na imagem.

Os elementos são todos em inglês, mas porra, seu reclamão! Os nomes em português são beeeeem semelhantes, vai!

O copyright no YouTube e blá blá blá

Posted in Arte, Com desabafo, Internet, Música, Tecnologia, Vídeos by Igor on 21/09/2011

O YouTube é o site de streaming online de vídeo mais visitado e utilizado na internet. O site foi criado em 2005 por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim com a proposta de compartilhamento de vídeo, que ultimamente vem sendo mudada para compartilhamento de sua arte – e só sua arte.

Foi lançado há algum tempo uma ferramenta que identifica a ID do vídeo e áudio do arquivo e verifica se o mesmo tem registro de copyright por parte de alguma empresa associada ao sistema. Se você posta um vídeo com 2 segundos de uma música com copyright, seu vídeo é bloqueado ou será adicionado anúncios a ele, e, se algum dia, a empresa responsável pela produção do material resolver te foder a vida, pode te acusar de infringir direitos e cancelar sua conta.

É difícil dizer se tal atitude por parte das companhias e do YouTube é correta, já que é completamente compreensível que produtos registrados não devam ser usados sem supervisão ou aprovação do proprietário dos direitos. Mas e o artista? Se tudo fosse como é no YouTube, estaríamos ferrados.

Um vídeo considerado legítimo pelas normas do YouTube seria um vídeo com imagens suas, áudio seu, música sua, e tudo seu! Não existe compartilhamento de informação por criação ou arte. É tudo burocracia! Se as normas tivessem sido seguidas desde o começo, posso dizer que pelo menos metado dos vídeos viralizados no YouTube não seriam o que são. O que seria do Evolution of Dance sem as músicas? O que seria do gordinho Numa Numa sem a música? O que seria do garoto pianista e prodígio que cantou Lady Gaga no show de talentos e ficou famoso? Nada.

O YouTube deveria criar um formulário na inscrição que seria avaliado posteriormente para aí sim a conta ser liberada. Um formulário com informação do que era preciso para que os vídeos não fossem bloqueados. Perguntas como “pretende usar material de terceiros?” e “contate o dono desse material” faria tudo mais fácil. Sejam sensatos.

Não importa se o trecho do material usado é menor que 30 segundos, ou que você tenha comprado o CD. O material NÃO deve ser disponibilizado se não for completamente criado por você.” Disse o YouTube… Concordo que não se deve colocar o material completo – como episódios inteiros de seriados ou novelas etc.-, mas não é por isso que devemos sofrer por usar material não produzido por nós. Acredito que, hoje em dia, pouco tem produção integral pertencente a apenas uma pessoa. Pouco.

YouTube não ficou famoso por vídeos caseiros. Hoje a maioria consiste em vídeos caseiros, mas no começo, YouTube era uma alternativa de streaming de qualquer tipo de material. É preciso fazer com que empresas maiores entendam que a disponibilização de parte do conteúdo original é também uma forma de distribuição e divulgação. E não pagariam nada por isso! O sistema é kinda burro.

Se não podemos ter televisão na internet, então porque a televisão pode ter a internet?

25 de Junho

Posted in Arte, Música, Texto by Igor on 25/06/2011

No dia 25 de Junho de 2009 uma lenda morria. Michael Joseph Jackson, um dos artistas mais bem colocados em hankings de música deixava pra trás 240 milhões de álbuns vendidos, três filhos, uma turnê ensaiada e muitos fãs carentes ao redor do mundo. A imprensa colocou sua morte como sendo inexplicável, e muitos fãs despejaram seus sentimentos de ódio sob o médico responsável pelo astro durantes seus últimos meses. Mas será que alguém tem culpa nisso? Já se passaram 2 anos e, aqui estamos, fazendo os mesmos questionamentos dramáticos que a mídia implantou na cabeça dos fãs desesperados. São vários os pontos a serem estudados.

Enquanto Michael fazia parte dos Jackson 5, um grupo criado pelo seu pai e divulgado mais tarde pela gravadora de artistas negros Motown, ele sempre demonstrou uma ótima saúde e habilidade nos passos. Ao passar dos anos, entrando assim em suas turnês solo, desde Bad, na qual ele tinha 30 anos, até os ensaios da que seria sua última, This Is It, com 50 anos, Michael foi demonstrando que suas habilidades para dança foram ficando cada vez menos práticas e mais profissionais.

A última turnê que Michael fez foi a HIStory Tour, em 1997. Nela, seus passos de dança e sua voz pareciam ser os mesmos de sempre, com coreografias não tão complexas, mas mesmo assim, artísticas.

Assim, longos 12 anos se passaram, e, como todo fã bem sabe, Michael nunca foi de fazer exercícios ou coisa do tipo. Ele era um artista que, quando a hora de fazer turnê chegava, logo, pronto ele tratava de ficar, através de ensaios e coisas do tipo. Um senhor, de 50 anos, tentando atingir o que foi seu mérito há mais de 20, com certeza ficava com dores nos músculos e etc; o que fazia com que tomar remédios para dormir fosse uma coisa indispensável. Qualquer pessoa em dieta rigorosa e mórbida, quando começados exercícios bruscos como as danças obrigavam, sente dores e, como conseqüência tão pouco psicológica quanto física, encontra dificuldades ao dormir ou descansar.

Quem matou Michael Jackson fomos nós. Ele sabia que não conseguia mais dançar do jeito que dançava, mas ao mesmo tempo, sabia que decepcionaria seus fãs se não apresentasse algo parecido com o que costumava apresentar. As dores eram causadas pela extrema tentativa e insistência para com a dança perfeita, causando a dependência no uso de remédios como o Propofol, que mata as dores e o deixava dormir. Nós matamos Michael, e se isso não lhe cabe à cabeça, continue dizendo que foi o médico, ou qualquer coisa assim. Mas você sabe a verdade.

Ano por ano das plásticas de Michael Jackson

Posted in Arte, Música, Texto, Vídeos by Igor on 14/05/2011

Já fiz aqui nesse blog alguns posts falando de Michael Jackson, mas mais especificamente sobre suas plásticas e a mudança de cor causada pelo vitiligo, fiz apenas dois; um pra cada assunto. O primeiro foi sobre o vitilígo e o segundo sobre as plásticas. Mas ainda insatisfeito com o esclarecimento, precisei fazer uma pesquisa mais profunda acerca dos anos e datas em que aconteceram as mudanças e com isso fiz um vídeo. Vê aí o vídeo e, se quiser traduzir pro pessoal que não entende inglês, por favor! Eu coloco o nome no post e atualizo com o texto.

Veja os dois outros posts sobre plásticas e vitilígo aqui no Mictório nos links abaixo.

As plásticas de Michael Jackson

Vestígios do vitilígo de Michael Jackson

Gorillaz’ Trend Mix

Posted in Listas, Música by Igor on 06/02/2011

Fiz uma coletânea pequena dos “maiores sucessos” da banda Gorillaz. Por mais comercial que o nome pareça, você pode dar uma olhadinha nessa misturinha no link abaixo.

http://www.4shared.com/audio/RSkm0hZ1/Gorillaz_Trend_Mix.html

Espero que os senhores gostem, pois eu gosto.

O melhor cover de Michael Jackson do mundo

Posted in Internet, Música, Vídeos by Igor on 17/09/2010

E ele é brasileiro! A história de Jean Walker é surpreendente: O cara era taxista em Belo Horizonte e do nada foi descoberto por um casal que começou a divulgar o artista. Ele nunca performou em palcos e nem nunca mostrou seu talento a nenhum grande público. Depois de um tempo de YouTube, Jean conheceu o cover Ricardo Walker, que o chamou pra participar de performances e gravações futuras. Jean aceitou, e agora os dois trabalham juntos como os The Walkers. O cara é foda bagarai, vê aí ele cantando “Another Part Of Me” (quem não conhecer a música original e quiser ouvir antes do cover, veja aqui):

Eu sei que pode ser besteira minha falar que ele é o melhor cover do mundo, mas, sério: ele foi o melhor cover de Michael Jackson que eu já vi. Conhecia um americano que escorregava em algumas notas, mas Jean consegue ser perfeito em algumas músicas, a única falha são os erros de letras, mas quem se importa com isso?

O invasor de camas

Posted in Humor, Internet, Música, Vídeos by Igor on 08/09/2010

Ele está subindo as janelas, destruindo seu povo, até tenta estupro. E por isso você precisa esconder seus filhos, sua esposa e o seu marido, porque eles estão batendo em todos aqui. Você não precisa vir e confessar, nós estamos te procurando. E vamos te achar… Então, você pode sair e contar pra todo mundo, babaca.

Home boy…

Spuk Pictures: Beatles

Posted in Design, Música by Igor on 07/07/2010

See the unseen. Spuk stock pictures.

Advertising Agency: BBDO, Düsseldorf, Germany
Chief Creative Officer: Toygar Bazarkaya
Executive Creative Director: Carsten Bolk
Art Director: Jake Shaw
Copywriter: Florian Birkner
Photographer: Matt Barnes
Account Manager: Liselotte Schwenkert

Aqui tem mais!

Folk/Indie: Sufjan Stevens

Posted in Música, Vídeos by Igor on 10/04/2010

Eu tô tão ausente do Mictório Unissex esses tempos que nem sei mais o que postei por aqui. São 112 posts (com esse 113) que estão perdidos no meu inconsciente. Então, se não existe nenhum post falando sobre música, esse é o primeiro. Aqui vou falar sobre o Sufjan Stevens, um dos cantores independentes que mais me influenciaram de 2007 pra cá. Me influenciaram no que? Na filosofia de vida, nas crenças, nas dúvidas.

Conheci o cara através de minha amiga Ariane, que me passou Chicago e eu, como um péssimo amigo, com poucos sentimentos, deixei o arquivo apodrecer na pasta de arquivos recebidos do messenger. Foi quando eu decidi explorar a pasta e encontrei a fantástica música, que seguindo meus gostos músicais, não é considerada a melhor de sua carreira, mas esta entre as melhores. E como eu vim aqui mostrar eles a vocês do mesmo jeito que eu comecei gostando, que tal uma performance ao vivo de Chicago? Segue ai o vídeo.

Se você gostou, espere só pra ver a versão original, do CD…

Agora, Casimir Pulaski Day, uma das músicas com mais feeling do Sufjan. Faz parte do álbum que é parte do projeto dos cinqüenta estados, esse dedicado ao estado de Illinois. Ele performou a música na mesma rádio que performou o vídeo de Chicago daí de cima. Vê aí:

O projeto dos cinqüenta estados é uma homenagem que Sufjan faz aos Estados Unidos, país que nasceu e cresceu. Ele pretende fazer cinqüenta álbuns para homenagear cada um dos estados, sendo que já lançou dois: Michigan e Illinois. E por último, portanto, pra fazer um contraste, fiquem com For The Widows In Paradise, música do Michigan. Arrisco a dizer: a melhor do álbum e, quiçá de todas.

Espero que vocês tenham gostado e se interessado pela carreira dele e suas músicas. Se você vai começar a baixar comprar aconselho que começe pelo Illinois (Come on! Feel the Illinoise!), que tem o nome inspirado no álbum do Oingo Boingo, Come On! Feel the Noise!, depois siga pro The Avalanche e, depois, o Michigan (Greetings from Michigan: the Great Lake State). Depois de ter baixado comprado esses, vai de você a ordem de continuação. Mas eu aconselharia continuar pelo Seven Swans… HAHA! Ja comecei a fazer lista, olha. Por isso tô indo embora. Tchau!

Como os astros de “We Are The World” estão hoje

Posted in Internet, Música, TV, Vídeos by Igor on 20/02/2010

O We Are The World, ação concretizada em 1985, é um LP criado com o intuito de ajudar as famílias pobres e desabrigados da África. O projeto USA for Africa, que adotou a música como campanha, foi criado por Michael Jackson, que compôs a principal música do LP, We Are The World, junto com Lionel Richie.

Todos devem conhecer o clipe original de We Are The World, que contou com a participação de vários artistas americanos que apoiaram a campanha a favor da ajuda à Africa. Muitos desses cantores estão em baixa hoje em dia, alguns morreram, como é o caso do rei do pop, Michael Jackson e do pianista e cantor Ray Charles, mas outros continuam em evidência, que é o caso da maioria dos que estão nesse post. Se você não viu o vídeo, pode ver abaixo.

Fiz esse post para mostrar aos curiosos e fãs que apreciam o trabalho dos envolvidos no projeto, como os principais participantes estão hoje, ou como estavam antes de morrer, além de algumas informações relevantes. Espero que apreciem! :)

Quincy Jones, o produtor musical que conduziu o famoso vídeo, hoje está com 76 anos e continua na ativa, trabalhando. Há pouco tempo, participou da condução do atual We Are The World 25, feito destinado às vitimas dos terremotos do Haiti, junto com Lionel Richie e Michael Jackson. Quincy também é um grande admirador da cultura brasileira e pretende fazer um filme inspirado no Carnaval Brasileiro, que em sua opinião, é a maior representação espiritual do mundo em forma de festa.

Lionel Richie foi um cantor extremamente famoso nos anos 80, assim como Michael Jackson e seus amigos de projeto. Ele tem 13 discos lançados, sendo que o último, lançado em 2009, teve participações especiais de Alex Paterson, Trijntje Oosterhuis e Akon, que também participou do We Are The World pro Haiti. Aliás, Lionel também teve sua participação na produção do novo projeto, como principal produtor e compositor.

Stevie Wonder, o segundo de dois cantores cegos da campanha começou sua carreira na mesma gravadora em que Michael Jackson e seus 4 irmãos foram consagrados, a Motown. Apesar de Wonder não participar de forma nenhuma da versão ao Haiti do We Are The World, fez recentemente uma apresentação com o intuito de arrecadar fundos ao país, o Hope for Haiti Now.

Tina Turner também teve sua presença no projeto e continua com sua carreira atualmente. No ano passado, Tina fez uma tour musical em comemoração a seus 50 anos de idade, onde apresentou seus maiores sucessos em 90 shows, que arrecadaram 83 milhões de dólares, batendo vários records, inclusive da cantora pop-adolescente Britney Spears. Atualmente Turner encontra-se em uma pausa e, se depender dos fãs, voltará aos palcos e a produção de álbuns em breve.

Michael Jackson, compôs We Are The World junto com Lionel Richie e produziu o vídeo, participando apenas com pequenos dois trechos. Além disso, o astro do pop foi o único cantor que participou das duas versões da campanha, além de Lionel Richie e Quincy Jones, que produziram. Mas ele foi o único a cantar. Michael é um dos mais novos dos participantes e também um dos poucos que morreram. A morte dele, por insuficiência orgânica, ocorreu no ano de 2009, quando se preparava para fazer uma turnê de 50 shows, chamada This Is It que, mais tarde, teve imagens dos ensaios divulgadas em forma de filme-documentário.

Diana Ross, a cantora negra que se consagrou ainda jovem, no trio musical The Supremes, e ajudou Michael Jackson e seus irmãos do Jackson 5 a chegar à fama, encontra-se fora da franquia musical atualmente e lançará uma coleção de tênis vintage em 2010. A última performance ao vivo foi feita em 2009, no Symphonica in Rosso, evento dos países baixos da Europa Ocidental. Na versão atual de We Are The World, teve seu verso cantando pela irmã de Jackson, Janet Jackson.

Cyndi Lauper, uma das cantoras mais excêntricas dos anos 80, conhecida por músicas como Time After Time e Girls Just Wanna Have Fun continua na ativa e trabalhando com campanhas de integração social e compreensão da homossexualidade nos Estados Unidos. Cyndi lançou um álbum atualmente chamado Bring Ya To The Brink, e está trabalhando em outro, chamado TBA com previsão de lançamento pra esse ano. Ela teve sua parte no We Are The World interpretada novamente pela cantora Celine Dion.

Bob Dylan lançou no ano passado seu 33º álbum, chamado Together Through Life, que trouxe o primeiro primeiro lugar na lista de hits britânica depois do seu álbum dos anos 70 New Morning. Depois desse álbum, Dylan ainda lançou um outro em especial ao Natal, chamado Christmas In The Heart. Continua trabalhando em performances e em fundações estrangeiras. Bob teve sua parte cantada pelo vocalista do Jonas Brothers, Nick Jonas, que, em entrevista, declarou ter sido um grande desafia fazê-lo.

Ray Charles, o pianista consagrado que fez parte do refrão principal do primeiro We Are The World, morreu em Junho de 2004 durante a produção do filme que contaria a história de sua vida e carreira. O filme foi lançado e foi sucesso de bilheterias. Alguns álbuns póstumos foram lançados, um chamado Genius & Friends e outro chamado Ray Sings, Basie Swings, o primeiro em 2005 e o outro em 2006, ambos com gravações feitas desde 1997 e terminados em 2005.

Poucos destes artistas foram contatados pela produção do We Are The World 25, feito para o Haiti e, devido a isso, nenhum da versão antiga teve sua participação em voz, exceto Michael Jackson, que teve seu trecho incluído como uma homenagem. É claro que esses não são todos os cantores que participaram do projeto, pois se eu colocasse todos, esse post aumentaria 200 páginas na impressão da internet… Haha! Coloquei apenas aqueles que ficam com maior evidência no vídeo oficial. Veja a versão de 2010 abaixo, pro Haiti.

Para doar e corresponder ao intuito do vídeo, vá à página original e selecione a quantia desejado na barra lateral do YouTube. Cool.

Matchi rotchi u tambô!

Posted in Humor, Música, Vídeos by Igor on 02/02/2010

Aê! Será esse o mais novo meme da semana? Versão… em alguma língua aí pra “Bate forte o tambor”. Tenha medo. Mas tenho MUITO medo.

Eu adoraria que alguém me explicasse porque raios tem dois personagens da Família Addams dançando com essa pessoa que se parece uma mulher mas deve ser um homem mutante? Socorro!!!

Lucas do Fresno e a falsa liberdade

Posted in Com desabafo, Internet, Música, Twitter by Igor on 12/12/2009

Sempre fui contra essas hypes do mal, que falam mal de NX Zero, Fresno e todas essas bandinhas do mundo 2.0 sem antes conhecer o trabalho de cada uma. Porque os caras do Fresno fazem música Emocore, as pessoas cismam em criticar o estilo. Tem quem gosta, não tem? Se não tivesse, essas bandas não estariam fazendo esse puta sucesso do caralho.

O senhor Lucas, do Fresno, postou no Twitter o seguinte – depois de ser criticado por falar de RBD:

A gente tende a projetar um ideal de perfeição em todo mundo que a gente não conhece. Cada decepção toma proporções irreparáveis. E isso é errado e cruel. Vivemos uma época em que todo opina sobre tudo, o tempo todo, para todo mundo ver. Não se guarda mais nada pra si. Se a gente se preocupa em agradar a todos o tempo todo, acabamos decepcionando a nós mesmos.

Concordemos que, o vocalista dessa banda, Fresno, tão socialmente criticada, deveria ser a favor da não mudança de estilo. Ou seja, continuar com o emocore sem querer saber do que os outros pensam, já que acredita que a pessoa se decepciona ao fazer o que não gosta. É preciso seguir seu estilo pra fazer com que seus fãs continuem a te cultuar como o fazem hoje em dia. Nunca um artista de Folk vai fazer uma música Rock n’ Roll só porque disseram que preferem esse estilo. NUNCA!

E aí ele começa a falar que não tem liberdade… Que o mundo precisa de liberdade e que isso transformaria o mundo num lugar melhor e blá blá blá. A tão conhecida liberdade hipócrita/falsa foi posta em pauta. A liberdade falsa é aquela liberdade que você tem, só que, por usufruir dela de maneira independente, tem o ato criticado e você se sente pressionado. A liberdade existe e você não consegue lidar com as conseqüências.

Os fãs de Fresno estão retuitando o vocalista, que está postando uma crítica à falta de liberdade. Liberdade falsa e hipócrita. A pessoa quer a liberdade que ela já tem. Crítica confundida com falta de liberdade… Uma pessoa fazer uma crítica negativa a sua música, não significa que você não tem liberdade! A libredade tá aí. E as conseqüências também. Ou uma banda se aceita como uma banda com estilo, ou vão viver na mesmice de agradar a todos. Você tem que fazer a SUA música pros SEUS fãs que gostam do SEU estilo. Querer que todo mundo aprove é ser irrealista. Se isso acontece, mais parece que a pessoa está querendo ouvintes, e não apreciadores, fãs, seguidores, cultuadores…

E no fim, ele apagou o tweet sobre RBD e se desculpou por falar mal. Princípios, KD?

Father and Friend

Posted in Internet, Música, Vídeos by Igor on 03/12/2009

Nos EUA ninguém odeia os pais, todo mundo respeita os costumes, hinos e canções. Bem diferente do Brasil, onde tem amigo matando os pais à pauladas e outros jogando filha de prédio e de avião. Legal, Brasil! 500 anos de inutilidade. Mas whatever, né? Vim aqui pra apresentar-lhes essa fantástica música que acabo de descobrir pelo YouTube… É, quem achava que o YouTube não fazia-nos descobrir coisas, pode mudar seu conceito. Ou não.

São poucas as vezes que a gente entra no YouTube falando “ah, vou ver um vídeo legal” e sai satisfeito. Aliás, acho que isso não existe, mas tá. Hoje isso aconteceu comigo! Olha, que belezinha. O vídeo é, na verdade, o videoclipe da música Father & Friend, que Alain Clark (not Kent) fez pro pai dele – que cantou junto na música. Eu, que nem conheço e nunca nem tinha ouvido falar do cantor, me emocionei com o vídeo. Imagine os fãs… Hehe, assista.

Lindo, lindo!

P.S.: RIP Leila Lopes e Lombardi.

Meu top álbuns de Sufjan Stevens

Posted in Listas, Música by Igor on 27/11/2009

O ano de 2007 foi um ano definitivo para o meu ecleticismo (?). Foi quando conhecí Altan, Beirut, Sufjan Stevens, Devendra Banhart e todo esse grupinho de bandas alternativas, indies, folks e irlandesas. Comecei a me aprofundar em Sufjan Stevens depois de ter ouvido Chicago, do Illinois, que, por mais que seja o álbum que eu mais enjoei (de tando ouvir), ainda considero o melhor de todos. Segue a lista.

1. Illinois (Come On! Feel The Illinoise!) (2005)
2. The Avalanche (2006)
3. Michigan (2003)
4. Seven Swans (2004)
5. The BQE (2009)
6. A Sun Came! (2000)
7. Songs For Christmas
8. Run Rabbit Run (2009)
9. Enjoy Your Rabbit (2001)

Os álbuns desse ano só conseguí ouvir uma vez cada, por enquanto, mas acho que a posição deles não será mudadas tão breve. Espero que quem conhece, tenha se identificado e que quem não conhece, procure saber mais, seguindo minha lista. :)

Dica de site útil: Who Sampled

Posted in Música by Igor on 27/11/2009

Essa é pra você, amador que ouviu “Mama Se Mama Sa Mama Koo Sa” na música da Rihanna e achou que já tinha ouvido em algum lugar. Ou pra você, curioso e admirador, que gosta de ouvir covers, versões originais e músicas que utilizaram de samples de músicas de seu artista favorito. Apresento-lhes hoje o Who Sampled, site que compila tudo isso.

Como dito na base do primeiro parágrafo, o site traz todos os covers que o artista fez, os covers que foram feitos do artista e as músicas que usaram de samples de músicas do artista. É útil pra você curioso, fã e amador.

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Meu… top CDs dos Beatles

Posted in Listas, Música by Igor on 09/11/2009

Faz tempo que eu tava pra fazer isso: uma lista em ordem de preferência dos álbuns dos Beatles. Tive um breve momento de pensamento sobre fazer uma categoria grande para listas, mas é uma idéia pequena ainda. Possívelmente levarei pra frente… Mas ok. Vejam aí a primeira lista, dos CDs dos Beatles, em ordem de preferência. Por mim.

1 – The Beatles (White Album)
2 – Rubber Soul
3 – Please Please Me
4 – Abbey Road
5 – Magical Mystery Tour
6 – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
7 – Let It Be
8 – Help!
9 – Revolver
10 – Past Masters (vol. 1 e vol. 2)
11 – Beatles For Sale
12 – A Hard Day’s Night
13 – Yellow Submarine
14 – With The Beatles

É isso.

As plásticas de Michael Jackson

Posted in Música, Texto by Igor on 25/10/2009

Eu falei do vitíligo de Michael Jackson há algum tempo e prometi um post sobre as plásticas dele. Em primeiro lugar, gostaria de dizer aos fanáticos que eu não estou escrevendo este post para falar mal dele, do mesmo jeito que não o fiz no post sobre o vitilígo. Eu estou apenas abrindo a mente das pessoas leigas que preferem acreditar que ele fez mudança de cor do que na verdade, que é sempre menos interessante. É isso. Quero mostrar quais foram e quando, não quero falar do caráter dele ou afins.

Em primeiro lugar vou colocar essa imagem de cada fase da vida dele e comentar sobre as plásticas que foram feitas e o porque, ou em qual ocasião.

Na fase em que ele fazia parte dos Jacksons, não precisa nem falar que ele não tinha nenhuma plástica, né? No Thriller, ele já tinha feito uma cirurgia no nariz, mas não porque ele queria afiná-lo, e sim porque ele tinha caído e quebrado o mesmo. Já no Bad, a gente consegue perdeber uma grande diferença nos olhos e no nariz dele. O nariz foi um pouco levantado, mas não afinado. Isso não teve nenhum motivo. Foi nessa época em que os boatos começaram.

Muitas pessoas falaram que durante o Bad, ele tinha feito cirurgia no maxilar, pra deixar o rosto mais quadrado, mas na verdade isso não passa de mentira, já que todo mundo quando envelhece fica com a cara mais quadrada… Também é notável, nessa época, uma pequena plástica no queixo, para fazer uma “covinha”. Isso foi descoberto porque, segundo a ciência, essa é uma qualidade hereditária e, como nenhum membro de sua família o tinha, a plástica foi descoberta.

Na fase Dangerous, mais ou menos nos anos 90, da pra perceber uma grande mudança no rosto dele, principalmente na boca. É mais que óbvio que ele fez plástica para diminuir os lábios, que antes eram grandes e agora ficaram mais muxos. Durante o History, é perceptível uma mudança na bochecha, mas, como antes, acho que isso não passa de uma característica do envelhecimento, já que no Incridible elas meio que voltaram ao normal.

De 2003 pra 2008, ele não fez nenhuma mudança ou, nenhuma mudança aconteceu por conta do envelhecimento, apenas uma pequena “empinada” no nariz. Já em 2009, é percepitível um aumento bem grande na covinha do queixo e uma mudança nos olhos, além da abaixada no nariz, que ficou mais normal, constatadas nas várias fotos dos ensaios do This Is It.

Mas é também muito bom lembrar que Michael foi uma criança totalmente perturbada, que acabou com a cabeça confusa depois de tanto trabalho e crítica quando criança. Imagina o quanto ele sofreu com as críticas ao vitilígo? Tudo tem o motivo. E como ele mesmo dizia: “se você tirar de Hollywood todas as pessoas com um tipo de plástica, a cidade ficaria fazia.” Gênio.

Photo source: MJJ Pictures.

Diquinha de música: Conhece Maria Gasolina?

Posted in Música by Igor on 25/10/2009

Eu lembro de um dia em que eu estava vendo as Tolices do Orkut e ví um garoto perguntando se as pessoas gostavam mais da MPB estrangeira ou da brasileira… Agora isso faz sentido: Maria Gasolina.

Descobri na Rolling Stone, na edição especial das melhores músicas brasileiras. Maria Gasolina é uma banda finlandesa que faz versões em finlandês da bossa nova, MPB e axé brasileiros de um jeito bem indie. entrei no MySpace deles pra dar uma olhada e achei que eles se parecem muito com Móveis Coloniais de Acaju e Little Joy. Se você gosta dessas duas bandas, vai adorar Maria Gasolina.

Bom divertimento!